Trabalhar, conquistar, pertencer: histórias que mostram o valor da inclusão no mercado de trabalho
Feapaes-ES
01 de maio de 2026
01 de maio de 2026
Mais do que inserir profissionais no mercado, o programa atua para garantir permanência, desenvolvimento e autonomia. A iniciativa prepara, acompanha e conecta pessoas e empresas para que essa inclusão aconteça de forma sustentável.
O primeiro salário. A rotina. Os novos colegas. A sensação de independência.
Para muitas pessoas, esses são passos naturais da vida adulta. Para outras, são conquistas que carregam ainda mais significado. É o caso das pessoas com deficiência, que têm o direito de se inserir no mercado de trabalho, construindo autonomia, independência e novas possibilidades de vida.
Reynaldo de Jesus Rezende é um desses exemplos. Atendido e trabalhando como assistente administrativo na Apae de Vitória, ele encontrou no trabalho não apenas uma ocupação, mas um caminho de crescimento pessoal e novas responsabilidades. “Trabalhar me faz muito bem, porque me ajuda a ser mais independente e a construir minha própria vida. A Apae me ajudou antes mesmo da vaga, ensinando como agir, comportamento, regras… Quando surgiu a oportunidade, foi um mar de alegrias. Hoje, estou muito mais feliz e organizado do que antes. A gente vai criando responsabilidades na empresa e em casa também”, conta.
André Lucas Mattos Silva também está vivendo o início de uma nova fase. Desde abril deste ano, ele atua em um supermercado em Aracruz. “No começo senti medo e ansiedade, mas agora estou bem. Estou feliz, porque sempre quis trabalhar, ter meu salário e ajudar minha família”, conta.
Já para Vivian Nascimento dos Santos, atendida pela Apae da Serra e recepcionista em um supermercado, o trabalho representa autonomia e realização pessoal. “Sou feliz porque ganho meu dinheiro e ajudo minha família. Tenho amigos na empresa e me sinto bem”, diz, emocionada.
Seu sonho é simples e poderoso: “Casar, ter uma família… voltar a namorar.”
Inclusão que transforma vidas
As histórias de Reynaldo, André e Vivian têm algo em comum: todas foram construídas com o apoio do Emprego Apoiado, programa da Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes-ES), realizado nas Apaes do Estado e que vem mudando a vida de muitos jovens.
A iniciativa é voltada à inclusão de pessoas com deficiência intelectual, múltipla e autismo no mercado de trabalho, oferecendo suporte técnico, adaptação de funções e acompanhamento contínuo, tanto para o trabalhador quanto para a empresa.
Mais do que inserir profissionais, o programa atua para garantir permanência, desenvolvimento e autonomia. Para Vanderson Gaburo, diretor social da Feapaes-ES, a inclusão no mercado de trabalho é um processo que exige compromisso coletivo. “Quando falamos em inclusão, não estamos falando apenas de cumprir uma lei, mas de reconhecer potencialidades e garantir oportunidades reais. O Emprego Apoiado promove exatamente isso: prepara, acompanha e conecta pessoas e empresas para que essa inclusão aconteça de forma sustentável”, destaca.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pessoas com deficiência ainda enfrentam barreiras significativas no acesso ao emprego formal no Brasil, com taxas de participação no mercado de trabalho bem inferiores à média da população.
Mesmo com avanços legais, como a Lei de Cotas (Lei nº 8.213/1991), que determina a reserva de vagas para pessoas com deficiência em empresas com mais de 100 funcionários, a inclusão efetiva ainda depende de mudança cultural, acessibilidade e apoio qualificado.
O papel das empresas: inclusão que gera valor
Ao aderir ao Emprego Apoiado, empresas não apenas cumprem a legislação. Elas ampliam seu potencial humano. O programa atua lado a lado com as organizações, apoiando desde a adaptação do ambiente até o acompanhamento do profissional no dia a dia.
“Garantir que todas as pessoas possam trabalhar, crescer e se desenvolver não é apenas uma pauta social. É um compromisso com uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável. E histórias como essas mostram que, quando há apoio, oportunidade e confiança, o potencial se transforma em realidade”, lembra o diretor social da Feapaes-ES, Vanderson Gaburo.
Para muitas pessoas, esses são passos naturais da vida adulta. Para outras, são conquistas que carregam ainda mais significado. É o caso das pessoas com deficiência, que têm o direito de se inserir no mercado de trabalho, construindo autonomia, independência e novas possibilidades de vida.
Reynaldo de Jesus Rezende é um desses exemplos. Atendido e trabalhando como assistente administrativo na Apae de Vitória, ele encontrou no trabalho não apenas uma ocupação, mas um caminho de crescimento pessoal e novas responsabilidades. “Trabalhar me faz muito bem, porque me ajuda a ser mais independente e a construir minha própria vida. A Apae me ajudou antes mesmo da vaga, ensinando como agir, comportamento, regras… Quando surgiu a oportunidade, foi um mar de alegrias. Hoje, estou muito mais feliz e organizado do que antes. A gente vai criando responsabilidades na empresa e em casa também”, conta.
André Lucas Mattos Silva também está vivendo o início de uma nova fase. Desde abril deste ano, ele atua em um supermercado em Aracruz. “No começo senti medo e ansiedade, mas agora estou bem. Estou feliz, porque sempre quis trabalhar, ter meu salário e ajudar minha família”, conta.
Já para Vivian Nascimento dos Santos, atendida pela Apae da Serra e recepcionista em um supermercado, o trabalho representa autonomia e realização pessoal. “Sou feliz porque ganho meu dinheiro e ajudo minha família. Tenho amigos na empresa e me sinto bem”, diz, emocionada.
Seu sonho é simples e poderoso: “Casar, ter uma família… voltar a namorar.”
Inclusão que transforma vidas
As histórias de Reynaldo, André e Vivian têm algo em comum: todas foram construídas com o apoio do Emprego Apoiado, programa da Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes-ES), realizado nas Apaes do Estado e que vem mudando a vida de muitos jovens.
A iniciativa é voltada à inclusão de pessoas com deficiência intelectual, múltipla e autismo no mercado de trabalho, oferecendo suporte técnico, adaptação de funções e acompanhamento contínuo, tanto para o trabalhador quanto para a empresa.
Mais do que inserir profissionais, o programa atua para garantir permanência, desenvolvimento e autonomia. Para Vanderson Gaburo, diretor social da Feapaes-ES, a inclusão no mercado de trabalho é um processo que exige compromisso coletivo. “Quando falamos em inclusão, não estamos falando apenas de cumprir uma lei, mas de reconhecer potencialidades e garantir oportunidades reais. O Emprego Apoiado promove exatamente isso: prepara, acompanha e conecta pessoas e empresas para que essa inclusão aconteça de forma sustentável”, destaca.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pessoas com deficiência ainda enfrentam barreiras significativas no acesso ao emprego formal no Brasil, com taxas de participação no mercado de trabalho bem inferiores à média da população.
Mesmo com avanços legais, como a Lei de Cotas (Lei nº 8.213/1991), que determina a reserva de vagas para pessoas com deficiência em empresas com mais de 100 funcionários, a inclusão efetiva ainda depende de mudança cultural, acessibilidade e apoio qualificado.
O papel das empresas: inclusão que gera valor
Ao aderir ao Emprego Apoiado, empresas não apenas cumprem a legislação. Elas ampliam seu potencial humano. O programa atua lado a lado com as organizações, apoiando desde a adaptação do ambiente até o acompanhamento do profissional no dia a dia.
“Garantir que todas as pessoas possam trabalhar, crescer e se desenvolver não é apenas uma pauta social. É um compromisso com uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável. E histórias como essas mostram que, quando há apoio, oportunidade e confiança, o potencial se transforma em realidade”, lembra o diretor social da Feapaes-ES, Vanderson Gaburo.